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Piramides

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Religião Egípcia Antiga:

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Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e na vida além túmulo.

A reencarnação, ou seja, a volta da alma à Terra, os levava a construir câmaras funerárias com inúmeras salas onde o morto encontraria seus objetos de uso pessoal, seus adornos preferidos e tudo aquilo que mais lhe agradava enquanto ainda estava vivo.

Segundo a crença egípcia, o julgamento das almas era feito em um tribunal conhecido como "Tribunal de Osíris", onde os condenados teriam o coração devorado pelo deus Chacal e a alma ficaria vagando pelo inferno.

Esta crença na imortalidade é que deu origem à mumificação, sendo esta a única forma encontrada para preservar o corpo até o retorno da alma.

No livro básico da religião egípcia, o Livro dos Mortos, encontrava-se um código moral e espiritual que o morto deveria ter cumprido durante a vida. Sobre a múmia era colocado o Livro dos Mortos. Na câmara mortuária, a pintura que adornava as paredes e o teto tinha sua temática ligada a representações de trechos deste livro.

Os monumentos funerários conhecidos até hoje são:

- Pirâmides: Destinadas aos Faraós.

- Mastabas: Usadas em sua maioria pela nobreza.

- Hipogeus: Túmulos subterrâneos para proteger as múmias da profanação dos assaltantes.

O egípcios eram politeístas, adorando vários deuses. Os deuses mais famosos do Egito Antigo foram: Ra, Amom, Ísis, Hórus, Osíris, Chacal e Nut.

A grande maioria dos deuses do Egito Antigo eram antropozoomórficos, ou seja, havia a mistura de figuras humanas com animais.

Só houve um período da história do Egipto Antigo em que se instituiu um culto monoteísta, este período ocorreu durante o reinado do faraó Amenófis IV, que introduziu o culto ao deus Aton, o sol, representado pelo disco solar, para melhor cultuá-lo, a capital foi transferida para Tel el Amarna.

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